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Práticas integrativas e complementares:: os desafios da implantação de uma política
dc.creator | Melo, Marilene Barros de | |
dc.creator | Brant, Luiz Carlos | |
dc.creator | Giffoni, José Marcello Salles | |
dc.creator | Vasconcelos, Leonardo Torres | |
dc.date | 2017-08-22 | |
dc.date.accessioned | 2022-10-18T19:08:52Z | |
dc.date.available | 2022-10-18T19:08:52Z | |
dc.identifier | https://periodicos.unb.br/index.php/rgs/article/view/474 | |
dc.identifier.uri | http://www.labtecgc.udesc.br/tabd1/handle/123456789/339 | |
dc.description | Diferentes modalidades terapêuticas não convencionais no ocidente têm conquistado espaço em diversos países, entre eles, o Brasil. A formulação da Política Nacional das Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) é expressão desse reconhecimento e a sua implementação, um desafio. A PNPIC estabelece entre suas diretrizes a necessidade da consolidação das práticas integrativas e complementares (PIC) no SUS. O presente artigo busca discutir os desafios teóricos, epistemológicos, metodológicos e da qualificação na implementação da PNPIC. Metodologicamente, é originário da pesquisa “Práticas Corporais da Medicina Tradicional Chinesa: intervenções de Chi Kung e Tui-ná em uma Unidade Básica de Saúde”. Trata-se de uma pesquisa-ação cuja amostra compreendeu 80 indivíduos de uma Unidade Básica de Saúde. Constatamos que o desafio para a pesquisa estava relacionada com a comprovação da eficiência, eficácia e efetividade das PIC; suas indicações e contra-indicações; seus riscos, efeitos adversos, interações e a relação custo - benefício. No campo teórico e metodológico, o desafio estava centrado nas situações que favorecessem diálogos entre as PIC e as práticas biomédicas. Quanto à formação, o desafio era a absorção de diferentes categorias que atuassem interdisciplinariamente. Concluímos que a regulamentação da PNPIC constitui uma política fundamental de consolidação da integralidade. A superação dos desafios é condição indispensável para o fortalecimento da gestão, implementação e integração das PIC e para a sua coexistência com as práticas biomédicas. É possível ir ao encontro de uma epistemologia sustentada na complementaridade que privilegie diversas racionalidades e diferentes realidades no campo da saúde. | pt-BR |
dc.format | application/pdf | |
dc.language | por | |
dc.publisher | Universidade de Brasilia | pt-BR |
dc.relation | https://periodicos.unb.br/index.php/rgs/article/view/474/451 | |
dc.source | ELECTRONIC JOURNAL MANAGEMENT AND HEALTH; Vol. 5 No. 3 (2014); pag. 843-861 | en-US |
dc.source | Revista Gestão & Saúde; v. 5 n. 3 (2014); pag. 843-861 | pt-BR |
dc.source | 1982-4785 | |
dc.subject | Politicas Públicas de Saúde | pt-BR |
dc.subject | Atenção à Saúde | pt-BR |
dc.subject | Prestação Integrada de Cuidados de Saúde | pt-BR |
dc.title | Práticas integrativas e complementares:: os desafios da implantação de uma política | pt-BR |
dc.type | info:eu-repo/semantics/article | |
dc.type | info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
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